{"version":"1.0","type":"rich","provider_name":"Portal de Zoologia de Pernambuco","provider_url":"http:\/\/www.portal.zoo.bio.br","title":"Moluscos bivalves","author_name":"Al\u00e9ssio F.","width":"600","height":"400","url":"https:\/\/www.portal.zoo.bio.br\/media497","html":"\u003Ch4 class='title'\u003E\u003Ca href='https:\/\/www.portal.zoo.bio.br\/media497'\u003EMoluscos bivalves\u003C\/a\u003E\u003C\/h4\u003E\u003Cblockquote class='spip'\u003E\n\u003Cp\u003EMoluscos bivalves abundantes nas zonas de arrebenta\u00e7\u00e3o na Pedra do Arpoador, Rio de Janeiro. Mexilh\u00f5es s\u00e3o organismos sedent\u00e1rios e filtradores, capazes de suportar a luz e calor solar durante os per\u00edodos de mar\u00e9s baixas. Os mexilh\u00f5es, de forma geral, conseguem se fixar fortemente no substrato atrav\u00e9s de uma estrutura denominada bisso. O bisso \u00e9 constitu\u00eddo por um curto eixo principal do qual parte um grande n\u00famero de filamentos secund\u00e1rios. Cada filamento tem, em sua extremidade distal, um disco de&nbsp;(...)\u003C\/p\u003E\n\u003C\/blockquote\u003E\n"}