Pepino-do-mar registrado em uma poça de maré na Pedra do Xáreu, no dia 15 de junho de 2026.
Nesta foto é possível observar as duas partes mais evidentes do corpo do pepino-do-mar: a superior e a inferior. A parte superior é coberta com tubérculos em forma de espinhos que desaparecem quando o animal «amolece» depois que expele todo o líquido interno do corpo, podendo passar de um estado totalmente duro para um estado maleável. Na parte inferior são encontradas centenas de pequenas ventosas conhecidas como pés ambulacrais , que ficam em contato com o substrato, permitindo que animal se desloque vagarosamente.






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