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Garça-vaqueira

Publicado por Aléssio F.

no dia 10/11/2021

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1 comentário

Garça-vaqueira

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Descrição

Garça-vaqueira registrada no Espaço Ciência, Olinda, Pernambuco, no dia 6 de novembro de 2021. Seu nome científico é Bubulcus ibis e a espécie foi descrita originalmente por Linnaeus, em 1758. É uma ave da Ordem Pelecaniformes. É uma espécie originária do norte do continente africano e atualmente apresenta uma grande distribuição geográfica sendo considerada praticamente uma espécie cosmopolita, ocorrendo em ambientes tropicais e subtropicais de todos os continentes.

Em Pernambuco é uma espécie bem estabelecida [1] sendo considerada uma praga invasora em determinadas Unidades de Conservação. No arquipélago de Fernando de Noronha, por exemplo, a garça-vaqueira apresentou uma explosão populacional entre 1987 e 2007, competindo por recursos e predando espécies endêmicas [2].

Seu nome popular descreve o comportamento da espécie de acompanhar manadas de grandes herbívoros que, quando se deslocam, espantam insetos e outros animais que servem de alimento para as garças. Além de insetos, as garças-vaqueiras também se alimentam de carrapatos encontrados grudados nos mamíferos [3].

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Observações

[1Della Bella, S., & Azevedo-Junior, S. M. D. (2004). Considerações sobre a ocorrência da garça-vaqueira, Bubulcus ibis (Linnaeus)(Aves, Ardeidae), em Pernambuco, Brasil. Revista Brasileira de Zoologia, 21(1), 57-63.

[2Barbosa-Filho, R. C., de Sousa, A. E. A. B., Freitas, G. L., Nunes, M. F. C., de Souza, E. A., & Zeppelini-Filho, D. (2010). A garça-vaqueira (Bubulcus ibis Linnaeus, 1758) e o atobá-de-pé-vermelho (Sula sula Linnaeus, 1766) no Arquipélago de Fernando de Noronha: uma abordagem ecológica comparativa. Ornithologia, 3(2), 101-114.

[3Bella, S. D., & de Azevedo-Júnior, S. M. (2010). Composição da dieta da garça-vaqueira, Bubulcus ibis (Linnaeus, 1758)(Ciconiiformes; Ardeidae) no Agreste Pernambucano, nordeste do Brasil. Ornithologia, 2(2), 65-71.

Seus comentários

  • no dia 11 de novembro as 16:51, por Mônica Tanajura

    Às vezes, boa adaptação gera problemas sérios. Sobretudo sem predadores. Que pena.
    E é preciso controlar, mesmo q os vegetarianos sejam contra.
    Uma espécie, não tem o direito de extinguir outras

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